Exame Atividade de Cofator Ristocetina do Fator de von Willebrand
Exame Atividade de Cofator Ristocetina do Fator de von Willebrand
R$ 559,00
Exame Atividade de Cofator Ristocetina do Fator de von Willebrand
R$ 559,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
5 dias úteis
Material coletado
PLASMA CITRATADO CONGELADO
Método de coleta
Quinta-feira
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas. (FVOWR)
Exame Atividade de Cofator Ristocetina do Fator de von Willebrand
Exame de sangue que avalia a atividade funcional do Fator de von Willebrand, complementando o diagnóstico da doença hemorrágica hereditária mais comum.
O que é o exame de Cofator Ristocetina do Fator de von Willebrand?
O exame de atividade de cofator ristocetina avalia o funcionamento do Fator de von Willebrand, uma proteína essencial para a coagulação do sangue. Diferente do exame de antígeno (FVOWI), que mede apenas a quantidade dessa proteína circulando no sangue, o teste de atividade do cofator ristocetina é um exame funcional.
Ele avalia se o Fator de von Willebrand está trabalhando corretamente, estudando sua capacidade de promover a agregação das plaquetas na presença de uma substância chamada ristocetina, usada em laboratório para essa análise.
Esse exame é uma das principais ferramentas para investigar a Doença de von Willebrand, distúrbio hemorrágico hereditário que pode ser causado tanto pela redução na quantidade da proteína quanto por um defeito no seu funcionamento. É justamente por isso que o FVOWR costuma ser solicitado junto ao FVOWI: um paciente pode ter a proteína em quantidade normal, mas com atividade reduzida, o que só é detectado pelo exame funcional.
Um resultado alterado deve sempre ser interpretado pelo médico junto a outros exames de coagulação e ao histórico clínico e familiar do paciente, já que a Doença de von Willebrand tem diferentes tipos e graus de gravidade.
Para que serve o exame de Cofator Ristocetina do Fator de von Willebrand?
O exame FVOWR é indicado para investigar a Doença de von Willebrand e a ausência congênita do fator ou do seu cofator, especialmente em pessoas com sangramentos frequentes ou excessivos, como sangramento nasal recorrente, gengivas que sangram com facilidade, hematomas sem causa aparente, sangramento menstrual intenso ou sangramento prolongado após pequenos cortes, procedimentos odontológicos ou cirurgias.
Ele também é usado para classificar o tipo da Doença de von Willebrand quando ela já foi identificada pelo exame de antígeno, ajudando o médico a entender melhor a gravidade e o tipo específico da condição, o que orienta o tratamento mais adequado.
Quais as doenças relacionadas ao exame?
O exame de Cofator Ristocetina do Fator de von Willebrand pode estar associado à investigação de:
- Doença de von Willebrand: distúrbio hemorrágico hereditário que pode ser causado pela ausência congênita do fator ou por defeito na sua atividade funcional, mesmo quando a quantidade da proteína está normal.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Sim. É aconselhável um jejum de 4 horas antes da coleta.
A coleta deve ser feita com o mínimo de trauma possível, evitando, preferencialmente, o uso de garrote prolongado, já que isso pode interferir no resultado do exame.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904).
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).
Perguntas frequentes
Porque os dois exames avaliam aspectos diferentes da mesma proteína. O FVOWI mostra quanto Fator de von Willebrand existe no seu sangue, mas não garante que ele esteja funcionando corretamente. O FVOWR avalia justamente essa funcionalidade. É possível ter a proteína em quantidade normal, mas com atividade reduzida, algo que só é detectado pelo exame funcional. Por isso, os dois costumam ser solicitados juntos para um diagnóstico mais completo.
A ristocetina é uma substância usada em laboratório, e não algo administrado ao paciente. Ela é adicionada à amostra de sangue durante a análise para estimular a interação entre o Fator de von Willebrand e as plaquetas, permitindo que o laboratório avalie se essa interação está ocorrendo de forma adequada. É uma ferramenta técnica do exame, não um medicamento ou substância que você recebe durante a coleta.
O resultado do FVOWR, em conjunto com o exame de antígeno e, em alguns casos, exames adicionais, ajuda o médico hematologista a classificar o tipo da doença, já que existem diferentes formas, com gravidades distintas. A classificação exata depende da avaliação conjunta de todos esses exames pelo médico, e não pode ser feita a partir de um único resultado isolado.
