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    Exame de Gonadotrofina Beta Coriônica Livre - Beta hCG

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    biotechExame

    Exame de Gonadotrofina Beta Coriônica Livre - Beta hCG

    R$ 240,00

    Cartão de crédito ou Pix

    Informações da coleta

    schedule

    Prazo do resultado

    10 dias úteis

    water_drop

    Material coletado

    SORO

    favorite

    Método de coleta

    Segunda a sexta-feira

    Exame de Gonadotrofina Beta Coriônica Livre - Beta hCG

    Exame de sangue usado na triagem pré-natal do primeiro trimestre para estimar o risco de algumas alterações genéticas na gestação.


    O que é o exame de Beta hCG Livre?

    O exame de Gonadotrofina Beta Coriônica Livre, conhecido como Beta hCG livre, mede no sangue a fração livre dessa proteína, produzida pela placenta durante a gestação. Diferente do exame de beta hCG total, mais conhecido por confirmar a gravidez, o beta hCG livre é utilizado especificamente dentro do chamado teste combinado do primeiro trimestre, um exame de rastreio realizado geralmente entre a 11ª e a 13ª semana de gestação.

    Nesse contexto, o resultado do beta hCG livre é combinado com outros marcadores, como a proteína PAPP-A e a medida de translucência nucal (avaliada por ultrassom), para estimar estatisticamente o risco de algumas alterações cromossômicas no bebê, principalmente as trissomias 21 e 18.

    É fundamental entender que esse é um exame de RASTREIO, e não um exame diagnóstico. Ele calcula uma probabilidade, não confirma nem descarta uma condição. Um resultado de risco aumentado não significa que o bebê tem a alteração, apenas que investigações adicionais podem ser recomendadas pelo médico.


    Para que serve o exame de Beta hCG Livre?

    O exame HCGB é solicitado como parte do rastreio pré-natal do primeiro trimestre, ajudando a estimar o risco de aneuploidias, especialmente as trissomias 21 (síndrome de Down) e 18, dentro do chamado teste combinado, que também inclui a translucência nucal e a proteína PAPP-A.

    O médico obstetra costuma indicar esse rastreio a todas as gestantes que desejam essa avaliação, independentemente da idade materna, já que o risco de alterações cromossômicas, embora aumente com a idade, pode ocorrer em gestações de qualquer faixa etária.


    Quais as doenças relacionadas ao exame?

    O exame de Beta hCG Livre pode estar associado à investigação de:

    • Síndrome de Down: alteração cromossômica associada à presença de uma cópia extra do cromossomo 21, rastreada por este exame em conjunto com outros marcadores;
    • Tumores: em contextos específicos, alterações nos níveis de hCG também podem estar relacionadas a determinados tipos de tumores, avaliados pelo médico conforme o quadro clínico.


    É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?

    Não há exigência de jejum para este exame, segundo as informações do laboratório. Não é necessário preparo especial além das orientações padrão de coleta que o laboratório fornecerá no momento do agendamento.

    O exame deve ser realizado dentro da janela gestacional recomendada pelo obstetra (geralmente entre a 11ª e a 13ª semana), para que o resultado possa ser combinado corretamente com a medida de translucência nucal feita por ultrassom.


    Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904).

    Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).

    Perguntas frequentes

    Não. O teste combinado do primeiro trimestre, do qual o beta hCG livre faz parte, é um exame de rastreio: ele calcula uma probabilidade estatística, não um diagnóstico. Um resultado de risco aumentado significa apenas que a chance estimada é maior do que a média, e o médico pode então recomendar exames diagnósticos adicionais, como testes genéticos não invasivos ou procedimentos invasivos (amniocentese, por exemplo), para uma confirmação mais precisa.

    Não. O teste que confirma a gravidez costuma medir o beta hCG total, geralmente logo nas primeiras semanas de atraso menstrual. O beta hCG LIVRE avaliado neste exame é utilizado especificamente dentro do rastreio de aneuploidias do primeiro trimestre, em uma janela gestacional mais específica (entre a 11ª e a 13ª semana), e não serve para diagnosticar a gravidez.

    Sim, para que o rastreio seja completo. O teste combinado do primeiro trimestre reúne três informações: o beta hCG livre, a proteína PAPP-A (ambos medidos no sangue) e a translucência nucal, medida por ultrassom. O cálculo do risco estatístico é feito considerando esses três resultados em conjunto, além da idade materna, então o exame de sangue isolado não é suficiente para o rastreio completo.

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